Planejamento familiar
Planeamento familiar (português europeu) ou planejamento familiar (português brasileiro) são o conjunto de ações e serviços que têm, como finalidade, contribuir para a saúde da mulher, da família e da criança. O planejamento familiar pode envolver a consideração do número de filhos que uma mulher deseja ter, incluindo a opção de não ter filhos, bem como a idade em que ela deseja tê-los e o espaçamento entre o nascimento dos filhos. Esses assuntos são influenciados por fatores externos, como a situação conjugal, considerações de carreira, posição financeira e quaisquer deficiências que possam afetar sua capacidade de ter filhos e criá-los. Se for sexualmente ativo, o planejamento familiar pode envolver o uso de métodos contraceptivos e outras técnicas para controlar o tempo da reprodução.
Outros aspectos do planejamento familiar incluem educação sexual, prevenção e manejo de doenças sexualmente transmissíveis, aconselhamento e manejo pré-concepção e da infertilidade. O planejamento familiar, conforme definido pelas Nações Unidas e pela Organização Mundial da Saúde, abrange os serviços que antecedem a concepção. O aborto não é considerado um componente do planejamento familiar, embora o acesso à contracepção e ao planejamento familiar reduza a necessidade de aborto.
Às vezes, o planejamento familiar é usado como sinônimo ou eufemismo para acesso e uso de contraceptivos. No entanto, muitas vezes envolve vários outros métodos e práticas, além da contracepção. Além disso, há muitos que podem querer usar métodos contraceptivos, mas não estão, necessariamente, planejando uma família (por exemplo, adolescentes solteiras, jovens casais atrasando a gravidez durante a construção de uma carreira); o planejamento familiar torna-se uma expressão extensa para grande parte do trabalho realizado nesse campo. Noções contemporâneas de planejamento familiar, no entanto, tendem a colocar a mulher e suas decisões de procriação no centro da discussão, já que noções de empoderamento das mulheres e autonomia reprodutiva ganharam força em muitas partes do mundo. Produto é dispensado a um casal de mulheres e homens que desejam limitar o número de filhos que têm e/ou controlar o tempo da gravidez (também conhecido como espaçamento entre filhos).
O planejamento familiar mostrou reduzir as taxas de natalidade de adolescentes e de mulheres solteiras.
Objetivos
Em 2006, os Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) emitiram uma recomendação, encorajando homens e mulheres a formular um plano de vida reprodutiva, para ajudá-los a evitar gravidezes indesejadas, melhorar a saúde das mulheres e reduzir os resultados adversos da gravidez.
Criar uma criança requer uma quantidade significativa de recursos: tempo, social, financeiro e ambiental. O planejamento pode ajudar a garantir que os recursos estejam disponíveis. O objetivo do planejamento familiar é garantir que qualquer casal, homem ou mulher que tenha um filho tenha os recursos necessários para cumprir essa meta. Com esses recursos, um casal, homem ou mulher pode explorar as opções de parto natural, barriga de aluguel, inseminação artificial ou adoção. No outro caso, se a pessoa não deseja ter um filho no horário específico, ela pode investigar os recursos necessários para prevenir a gravidez, como controle de natalidade, anticoncepcionais ou proteção e prevenção física.
Não há nenhum caso claro de impacto social a favor ou contra a concepção de uma criança. Individualmente, para a maioria das pessoas, ter um filho ou não não tem impacto mensurável no bem-estar da pessoa. Uma revisão da literatura econômica sobre satisfação com a vida mostra que certos grupos de pessoas são muito mais felizes sem filhos:
- Pais solteiros
- Pais que trabalham e criam os filhos igualmente
- Músicas
- O divorciado
- Os pobres
- Aqueles cujos filhos têm mais de 3 anos
- Aqueles cujos filhos estão doentes




