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Filosofia Grega

A Filosofia, como conhecemos hoje, ou seja, no sentido de um conhecimento racional e sistemático, foi uma atividade que, segundo se defende na história da filosofia, iniciou na Grécia Antiga, formada por um conjunto de cidades-Estado (pólis) independentes. Isso significa que a sociedade grega reunia características favoráveis a essa forma de expressão pautada por uma investigação racional. Essas características eram: poesia, religião e condições sociopolíticas.

Os poetas gregos, como Homero, desempenhavam papel importante na educação dos jovens gregos. Os poemas homéricos continham características que serviriam de base para o desenvolvimento da filosofia. A principal delas é a busca pelas causas dos acontecimentos narrados, procurando uma narrativa que contemplasse a realidade da forma mais completa possível.

Outro poeta grego, Hesíodo, tem grande importância para o pensamento grego por ter narrado o nascimento dos deuses, uma forma de tentar explicar a origem do universo, tema que apareceria no primeiro filósofo, Tales de Mileto. A Teogonia de Hesíodo faz coincidir os deuses com fenômenos da natureza e partes do universo, que teria sido originado a partir de Caos, o primeiro deus a se gerar.

Além disso, temos dois temas que aparecem nos poetas que marcarão o início da filosofia grega: a noção de justiça como valor supremo e o conceito de limite, que Aristóteles desenvolveria como a noção de “justa medida”.

Religião

Havia duas expressões da religião grega: a religião pública, aquela que conhecemos pelos poemas de Homero, e a religião dos mistérios, praticada em círculos restritos por aqueles que não consideravam suficiente a religião pública.

Dentre os “mistérios”, aquele que mais importa para o nascimento da filosofia grega é o Orfismo, nome derivado de seu fundador, o poeta trácio Orfeu. O Orfismo inaugura uma concepção da existência humana distante do naturalismo: enquanto a religião pública considerava o homem mortal, o Orfismo opõe corpo e alma, sendo que o corpo seria mortal, mas não a alma. Do Orfismo são tributárias as filosofias de Pitágoras, Heráclito, Empédocles e Platão.

Outro aspecto importante da religião grega era a inexistência de um livro sagrado. As crenças eram difundidas pelos poetas, mas com uma visão não dogmática e sem uma autoridade que teria o direito de proteger os dogmas. Com isso, os filósofos gregos não enfrentaram resistência religiosa à sua liberdade de pensamento.

Condições Sociopolíticas

Antes de existirem as polis, a sociedade grega se agrupava em comunidades compostas por pessoas com um antepassado em comum, comunidades chamadas de genos. O poder de decisão era concentrado na figura do mais velho do grupo, o pater. Com o aumento do número de pessoas em relação à quantidade de terras produtivas, iniciaram-se conflitos e, depois de um extenso desenrolar histórico, surgiu a noção de propriedade privada. Para resolverem os conflitos no interior dos genos, decidiu-se dividir as terras. Essa decisão, no entanto, foi baseada no critério mais forte para eles, o grau de parentesco. Assim, a proximidade sanguínea com o patriarca determinou tanto aqueles que se tornaram grandes proprietários, tanto aqueles que ficaram sem terras e se tornaram escravos ou artesãos.

Formaram-se assim as fratrias, pelo reagrupamento dos genos, e a organização das fratrias deu origem às tribos. As tribos eram independentes e, por isso, podiam combater entre si. Entre as tribos que conhecemos, destacaram-se os aqueus, os eólios, os dórios e os jônios. A Grécia Antiga não era formada por um Estado único, e quando falamos “os gregos”, não falamos sobre um único povo. Aos poucos, cada tribo fundou uma cidade-Estado, ou seja, uma polis, no ponto mais alto da região onde se situavam.

Muitos aqueus se instalaram em ilhas e em costas da Ásia Menor; os jônicos fundaram cidades como Mileto e Éfeso. Por conta das condições geográficas, eles desenvolveram atividades econômicas voltadas para a navegação, comércio e artesanato. A adoção do regime monetário fortaleceu aqueles que viviam dessas atividades e se afastaram da organização social micênica, que tinha seu fundamento na aristocracia de sangue.

A partir do século VII a.C., os homens e as mulheres não se satisfazem mais com uma explicação mítica da realidade. O processo de transformação e de criação envolvido no desenvolvimento de técnicas leva ao questionamento a respeito do universo, se ele também não respondia a um processo semelhante.

É em Mileto, situado na Jônia (atual Turquia), litoral ocidental da Ásia Menor, que as perguntas a respeito da natureza exterior do mundo se desvincularam da mitologia. Os dados da experiência sensível (frio, quente, pesado, leve, por exemplo) passaram a ser explicados de uma forma racional. Eram entendidos também como realidades em si – por isso se falava em “O quente”, “o frio”, “o pesado”, “o leve”.

Por meio desse exercício do pensamento, os filósofos pretendiam analisá-los em relação ao todo, pois a razão parecia exigir uma unidade no lugar da multiplicidade que até então não havia sido problematizada.

Os principais pensadores da escola de Mileto (ou também “escola jônica” ou “milesiana”) são Tales, considerado o pai da filosofia, Anaximandro e Anaxímenes. Os pensadores dessa escola se caracterizam pela preocupação com a physis, palavra grega que pode ter o sentido de “natureza ou fonte originária”, mas também de “processo de surgimento e de desenvolvimento”.

Período Pré-Socrático

O período pré-socrático compreende a escola jônica, pitagórica, eleática e pluralista.

A escola jônica recebe esse nome por se referir a filósofos nascidos na Jônia, colônia grega da Ásia Menor. Caracteriza-se pela pergunta a respeito da origem da natureza, para determinar o elemento que deu origem a todos os seres. Os principais filósofos jônicos são Tales, Anaximandro, Anaxímenes e Heráclito.

A escola pitagórica tem seu nome derivado do nome de seu fundador e principal representante: Pitágoras de Samos. Ele defendia que todas as coisas são números e o princípio fundamental de tudo seria a estrutura numérica, ou seja, o mundo surgiu quando precisou haver uma limitação para o ápeiron e essa limitação eram formas numéricas sobre o espaço. Os pitagóricos faziam um amálgama de concepções, como era comum na época. Desse modo, embora racionais e matemáticos, os pitagóricos também baseavam suas doutrinas em concepções místicas.

Acreditavam que o corpo aprisionava a alma, imortal, e o objetivo da existência seria o de tornar a alma mais pura. A reencarnação era uma consequência desse pensamento, pois a cada vida era possível elevar mais as virtudes da alma e reencarnar-se em uma forma mais elevada. Tinham, portanto, uma visão espiritual da existência. Outros pensadores importantes dessa escola: Filolau, Arquitas e Alcmeón.

A escola eleática tem o nome derivado da cidade de Eleia, ao sul da Itália, lugar onde se situaram seus principais pensadores: Xenófanes, Parmênides, Zenão e Melisso. Caracteriza-se por não procurarem uma explicação da realidade baseada na natureza. Suas preocupações eram mais abstratas e podemos ver nelas o primeiro sopro de uma lógica e de uma metafísica. Defendiam a existência de uma realidade única, por isso são conhecidos também como monistas em oposição ao mobilismo (de Heráclito, principalmente, que acreditava na existência da pluralidade do real). A realidade para eles é única, imóvel, eterna, imutável, sem princípio ou fim, contínua e indivisível.

Filosofia Grega
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Flávio Souza

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